Videoteca BoCA

A Videoteca BoCA surge como um ponto de documentação, de historiação visual e de partilha pública, com o intuito de dar a conhecer (sobretudo ao público especializado mais jovem) o passado recente, desconhecido e escassamente documentado, através de obras artísticas que, de algum modo, estão na esteira do "espírito do tempo" da criação atual e que integram, na sua maioria, a programação da BoCA.

Percecionamos estéticas, conceções, direções, interesses e escolhas artísticas que se relacionam com uma geração, o seu contexto social, político e económico, mas que revelam também a intimidade dos artistas, mais jovens.
Oferecendo o acesso privilegiado a trabalhos de encenadores, coreógrafos, artistas plásticos ou performers, a Videoteca BoCA conta com a colaboração de artistas, entidades públicas e privadas que gentilmente cederam materiais de arquivo.

Durante a tarde, depois das aulas ou antes de assistir a um espetáculo, o espaço da Videoteca BoCA, no átrio do D. Maria II, pretende ser um descontraído ponto de encontro (físico), onde se podem descobrir obras que de outra forma não se teria oportunidade de ver, ou de rever.

Nomes de alguns artistas cujos registos de vídeo integrais são contemplados na Videoteca BoCA: Ana Borralho & João Galante, Cecilia Bengolea, Cláudia Dias, François Chaignaud, Héctor Zamora, Lúcia Sigalho, Márcia Lança, Mariana Tengner Barros, Miguel Moreira, Musa paradisiaca, Paulo Castro, Rodrigo García, Romeo Castellucci, Salomé Lamas, Tania Bruguera, Vera Mantero.

 
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