Coleções Digitalizadas

©Alfredo Rocha


A Biblioteca | Arquivo do TNDM II tem vindo a digitalizar alguns dos seus núcleos documentais mais valiosos, visando a disponibilização dos respetivos conteúdos digitais e simultaneamente responder às crescentes solicitações de estudiosos e artistas. Estão, de momento, digitalizadas e disponíveis as coleções:


COLEÇÕES DE CARÁTER TEXTUAL

A coleção de teatro de cordel do TNDM II foi comprada a Albino Forjaz de Sampaio pelo Estado Português, tendo permanecido na Biblioteca do Teatro Nacional D. Maria II e sobrevivido, intacta, ao violento incêndio que destruiu o edifício na madrugada de 2 de dezembro de 1964. É constituída por 912 espécies bibliográficas impressas entre 1659 e 1864, maioritariamente de teatro de cordel publicado em português, com destaque para o entremez e a comédia.

  • PARTITURAS DO TNDM II
A coleção de partituras do TNDM II é constituída por 436 espécies manuscritas e/ou impressas entre 1833 e 1992, maioritariamente de compositores, dramaturgos e tradutores portugueses e franceses, com destaque para a comédia e o drama, mas onde também abundam vaudevilles, valsas e polcas. Nela coexistem música cénica composta especificamente para os espetáculos apresentados no
D. Maria II (até cerca de 1880) e música preexistente, reunida e mantida desde a inauguração do teatro, em 1846, até meados do século XX, e da qual fazem parte exemplares anteriores à própria fundação deste Teatro Nacional. Existe ainda uma pasta de partituras com ca. de 172 espécimes que não dizem respeito a qualquer aspeto da atividade deste Teatro, mas terão sido adquiridas por doação ou depósito, não tendo sido possível averiguar como ou quando.

A digitalização integral da coleção será disponibilizada brevemente.

  • Encontram-se em fase de digitalização as coleções de 'programas de teatro' e de 'textos cénicos'.


COLEÇÕES FOTOGRÁFICAS

A série documental Livros de Registo de Repertório contém 632 fotografias de cena, incluindo retratos, dos espetáculos levados à cena no/pelo TNDM II nos trinta anos que antecederam o incêndio de 1964, e nos dez anos que se lhe seguiram, quando a Companhia Rey Colaço Robles Monteiro se viu privada do seu Teatro no Rossio e foi obrigada a apresentar-se em outras salas de espetáculo da capital.