Fachada principal do TNDM II Um Eléctrico chamado Desejo O Homem Elefante 1974 Snapshots: Histórias de Amor
Produções
2002
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Os Donos dos Cães
Sala Estúdio
17 de Set a 06 de Out 2002

Este projecto tem como objectivo promover a escrita para teatro e a sua passagem à cena, lugar por excelência de aferição dessa mesma escrita. Interessa-nos aqui que o trabalho de escrita, solitário e público em tempos alternados, possa ser acompanhado, visto por fora.


Esta primeira edição será contudo mais livre.
A medida é um mês de residência num lugar fora do ruído da Cidade, dando aos criadores, autores, encenadores e actores condições de trabalho, o que inclui obviamente tempo, para desenvolverem um trabalho de pesquisa e criação sem as contingências exteriores institucionais e outras (demasiadas contingências...), comuns à maioria dos processos criativos. Escritas por Medida desenvolver-se-á em dois momentos: a residência, onde os autores trabalharão em relação directa com os actores e encenadores, testando o trabalho produzido, reescrevendo e questionando a escrita e a cena, e a apresentação, sob a forma de espectáculo, do trabalho construído.

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

texto | encenação: Carlos J. Pessoa 
cenografia: Carlos J. Pessoa e José Espada
figurinos: Maria João Vicente 
música | composição | interpretação: Daniel Cervantes
desenho de luz: João d’Almeida 
desenho de som: Francisco Leal 
elenco:

Carlos Oliveira
Cláudia Gaiolas
Laurinda Chiungue
Miguel Mendes
Nelson Boggio
Tonan Quito

ilustração e design gráfico: Paula Cardoso
produção executiva e direcção de cena: Patrícia Costa
estagiária de produção: Telma Gomes 
assistente de montagem.operação de luz: José Dias 
mestra de guarda-roupa: Teresa Louro 
co-produção: Teatro da Garagem.Dramat.ANCA.Citemor. CAPA - Centro de Artes Performativas do Algarve.Casa das Artes de Famalicão

31ª produção | Companhia financiada pelo Ministério da Cultura | Instituto Português das Artes do Espectáculo

Procurei escrever e encenar sobre relações humanas. Complexidade parece-me ser a palavra chave. Uma chave que abre a porta para os universos contraditórios dos afectos. A palavra “afectos” engloba sentimentos e causas. Sentimentos é aquilo que se expressa independentemente de uma explicação racional, causas é aquilo que a razão justifica e o sentimento pode dar vida.
Não existem bons nem maus nesta peça; todos partilham a sua quota de responsabilidade na demanda que fazem de si mesmos. Cada personagem é responsável por si, o que não significa que se procure um juízo moral ou de outra natureza, mas tão somente exige-se um sentido, ou sentidos, para a existência individual e colectiva. Cada personagem é responsável por si e pelos outros, cada um é também os outros.
Viver é usufruir legados e transmitir um legado. O legado está pois para lá da pessoa; nunca é posse, é dádiva e renúncia à posse. O que cada personagem vive, vive-o intimamente mas também o vive como uma experiência que pode estar a ser partilhada, que fica ou não fica, algures, que é comunicável, que é Teatro.

Não encontro, no entendimento que consigo fazer da vida humana, fórmulas “fortes”, sentidos “decisivos”, ideias e valores “inquestionáveis”; encontro sentidos adormecidos, à espera de uma melhor oportunidade para serem despertos por um beijo. A nossa época, como a vejo, não é uma época de transição, mas de preparação para a transição. Talvez seja uma época triste, porque tudo o que está adormecido está perigosamente próximo da morte, mas também não deixa de ser verdade que tudo o que está adormecido está próximo do sonho.

Acredito que a utopia usa sapatos de tamanhos pequenos, que o Homem é uma etapa de si mesmo a caminho de outra coisa porventura menos egoísta, mais fraterna, mais próxima do respeito não só pelas diferenças entre cada pessoa, como do respeito pelo Universo naquilo que de infinitamente diverso nos surpreende e transcende.

Acredito no Teatro como reduto de espiritualidade, de razão, de alegria e de conhecimento, acredito na causa do Teatro como combate cultural onde todos temos razão nalgumas coisas e não temos razão noutras, onde temos, fazedores e público, sobretudo, uma grande paixão por esta Arte. Acredito nestas coisas desde sempre.

Gostaria de acrescentar que descobri, com Os Donos dos Cães, algo irónico e prosaico: que não é só a morte que não tem solução, que a vida também não tem solução, por isso penso neste espectáculo sem vaidade, com a morte ao ombro e um brilho nas mãos que escrevem.

Carlos J. Pessoa

 

CURRÍCULO DO TEATRO DA GARAGEM

O Teatro da Garagem iniciou a sua actividade em janeiro de 1989. Do historial da companhia constam os seguintes espectáculos:
1990 Pequeno Areal junto à Falésia com Cravos, parece-me . 1991 O Dia do Quarteto, Lisboa . 1992 O Vesúvio, Lisboa. A Cidade de Fausto, Loures . 1993 Café Magnético, Lisboa. 1994 D. João a partir de Molière, Loures, Amadora e Portimão. A Gesta Marítima, Lisboa e Porto 1995 A Nossa Aldeia, Lisboa, Torres Vedras, Citemor, Cairo, Porto, Cascais e Portimão . 1996 Os Piratas, Lisboa (co-produção com o Centro Cultural de Belém), Citemor, Almada, Portalegre, Cascais e Porto . 1997 Hotel Savoy texto de Joseph Roth, encenação de Jorge Listopad, co-produção com o ACARTE, Lisboa . Pentateuco Manual de Sobrevivência para o ano 2000: O Homem que Ressuscitou - epifania em 20 estações, Lisboa, Citemor . 1997/1998 Desertos - evento didáctico seguido de um poema grátis, Lisboa, Citemor, Seixal, Évora, Viseu. Peregrinação - o fio de Ariadne,  Lisboa, Citemor e São Paulo-Brasil . 1998 Escrita da Água - No Rasto de Medeia, Porto, Lisboa, Citemor, São Paulo, Porto Alegre. A Menina que Foi Avó - peça teatral em jeito de conto de fadas Lisboa, Almada, Citemor, São Paulo. Esboço Sobre a Ansiedade, Lisboa . Deuses Geniaes, Histórias de A Mar  (co-produção EXPO’98), Lisboa, (encenação de Inês Vicente, Jorge Andrade, José Espada e Maria João Vicente). História de um Tropeçar  (co-produção com o Instituto do Emprego e Formação Profissional de Lisboa), Lisboa . 1999 O Pavilhão dos Náufragos - sobre a Compaixão  _1ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Almada, Porto, Aveiro, Loures. Mudanças, Citemor-Festival de Montemor-o-Velho . 1999/2000 Saga Press, a partir de textos de João Pedro Grabato Dias, selecção de textos e dramaturgia de Maria de Santa-Cruz, espectáculo integrado na Estação Cena Lusófona, Coimbra (1999), Damaia (2000) . 2000 In(sub)missão - sobre a Liberdade _2ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro,  Porto, Amadora . Ernesto, Citemor-Festival de Montemor-o-Velho. O Pai,  Lisboa . 2001 Migalhas de Um Deus Intratável - sobre o Poder _3ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Centro Cultural de Belém, Lisboa. Produção de Os Teclados de Jorge Listopad a partir da novela de Teolinda Gersão, Lisboa. As Filhas do Marajá - Parte I, Acção Pedagógica com os meninos e meninas do Bairro de Ramalde do Meio, Porto 2001, Capital Europeia da Cultura integrado no ciclo Teatros do Outro, Porto . As Filhas do Marajá - Parte II, Porto 2001 (Capital Europeia da Cultura), Porto, Loulé, Lisboa e Faro . O Gato Lucas e a Tia Zizi, Festival de Almada, Almada, Lisboa, Covilhã, Coimbra . O Gato Lucas e a Tia Zizi e Os Testemunhos de Adélia, Citemor-Festival de Montemor-o-Velho, Algarve . Tríptico TEC - co-produção Teatro da Garagem/Teatro Experimental de Cascais, Teatro Municipal Mirita Casimiro, Estoril . 2002 As Filhas do Marajá, Festa da Primavera/(CCB), Lisboa . A Deriva dos Fragmentos - sobre o Amor - 4ª peça de O Livro das Cartas do Tesouro, Teatro da Garagem - Poço do Bispo, Lisboa. Os Donos dos Cães, Citemor-Festival de Montemor-o-Velho.

Outras Actividades 

1996/1999  o Teatro da Garagem desenvolveu um projecto de acção pedagógica em colaboração com escolas do Ensino básico de Lisboa e Amadora, com o apoio do “Projecto Vida” da Câmara Municipal de Lisboa e da Câmara Municipal da Amadora.

Prémios

1992 Menção honrosa do prémio Madalena de Azeredo Perdigão,  atribuído a Carlos Jorge Pessoa, pela encenação de A Cidade de Fausto. 1993 Prémio Texto de Teatro atribuído a Carlos J. Pessoa - do Concurso Teatro na Década do Clube Português de Artes e Ideias pelo projecto Café Magnético. Prémio de produção executiva do Teatro na Década do Clube Português de Artes e Ideias, atribuído a José Espada e João Rodrigues pela produção executiva de Café Magnético. 2000 Prémio CyberKyoske99 - Género drama atribuído a Carlos J. Pessoa pela peça Desertos - evento didáctico seguido de um poema grátis.

 

CURRÍCULOS INDIVIDUAIS

carlos jorge pessoa

Nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e a licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é professor. Co-fundador do Teatro da Garagem (1989) escreveu e encenou a quase totalidade das peças que esta companhia tem apresentado desde então. Tem publicadas as peças Cidade de FaustoCafé Magnético e as cinco peças do ciclo Pentateuco-Manual de Sobrevivência para o Ano 2000.

josé espada

Nasceu em Lisboa, em 1966. Frequentou o curso de Silvicultura no Instituto Superior de Agronomia. Tem o curso de Realização Plástica do Espectáculo da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e a licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é Professor. Colaborou como cenografista no Teatro da Universidade Técnica de Lisboa e no Teatro da Malaposta. Foi co-fundador do Teatro da Garagem, onde exerce actividade de cenografo.

maria joão vicente

Nasceu no Porto, em 1969. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e a licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola. Pertenceu ao elenco do Teatro Universitário do Porto, de 1988 a 1992, sob a orientação de A. Capelo. Participou nas peças O Jardim das Cerejeiras de A. Tchekov, com encenação de Rogério de Carvalho, no TEAR (1989). Leccionou a disciplina de Dramaturgia na Academia Contemporânea do Espectáculo do Porto.  É coordenadora do DRAMAT. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1993.

miguel mendes

Nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e frequenta a licenciatura em Teatro (ramo actores e encenadores) da mesma Escola. Frequentou o Bacharelato em Artes Cénicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1991. Em Porto Alegre (Brasil), de 1987 a 1991 trabalhou com António Oliveira, Iriom Nolasco, Marcos Barreto e Miriam Freitas. Em Portugal participou em António, um Rapaz de Lisboa e O Fim, ou tende misericórdia de nós de Jorge Silva Melo. Na televisão participou em Na Paz dos Anjos, Desencontros, Os Filhos do Vento e na série Sociedade Anónima. No cinema participou em O Mal de Alberto Seixas Santos. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1997.

cláudia gaiolas

Nasceu em Lisboa em 1976. Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e frequenta  a licenciatura em Actores e Encenadores na mesma escola. Frequentou o Curso de Expressão Dramática com João Grosso e Luís Madureira e o atelier Do Gesto ao Ritual com Anna Pasztor, na Fundação C. Gulbenkian. Participou em dois seminários de dramaturgia e escrita teatral com Jorge Silva Melo e no Seminário Prático de Teatro com o grupo belga STAN (CCB). Frequentou o Curso de Escrita para mulheres com Fernanda Lapa e Isabel Medina. Participou ainda no seminário da formação da International School of Anthropology dirigido por Eugénio Barba.  No Teatro Praga trabalhou como actriz e produtora em diversos espectáculos. Trabalhou ainda com Tiago Rodrigues, Les Enfants Terribles, SubUrbe (digressões em diversos locais do país e na cidade do México), Joaquim Horta e André Murraças (ZDB). Em televisão participou nos programas Zapping e Fenómeno. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2000.

nelson boggio

Nasceu em Castelo Branco, em 1980. Frequenta o Curso  de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Frequentou a Academia Contemporânea do Espectáculo no Porto,  onde trabalhou com Rogério de Carvalho, António Capelo, Kuniaki Ida, João Paulo Costa e Alan Richardson, entre outros. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2001.

carlos oliveira

Nasceu em Portimão em 1976. Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.  Em teatro já trabalhou com Figueira Cid, Luís Castro, Álvaro Correia, Hugo Sequeira e Luís Romeira. Em televisão participou como actor convidado no programa Portugalmente; foi protagonista na série biográfica Garrett (real. de Francisco Manso); participou ainda em A Febre de Ouro (real. Wilson Solon); Fenómeno (real. Margarida Moura Guedes); Ganância e Super Pai (NBP) e Espírito da Lei (real. Fernando Ávila). Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2002 com A Deriva dos Fragmentos - Sobre o Amor.

laurinda chiungue

Nasceu em Angola em 1976. Frequenta o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Tem o Curso Superior de Educação Social do Instituto Superior de Ciências Educativas. Em teatro trabalhou com o Grupo de Teatro O Bando (Festival Internacional de Artes de Rua, Madrugada); em diversos espectáculos com o Grupo de Teatro Amador Bambolinas (enc. Alfredo Brissos) e com o Grupo “Agita”. Participou em vários workshops de Dança com Miriam  Szabo (danças orientais) e Jordi Cortez (Companhia de Dança de Almada). Foi animadora e guia intérprete no Museu Nacional da Marioneta. Realizou ainda vários estágios em Centros de Dia, Colégios, Lares e ATL com o objectivo de conceber projectos nas áreas de intervenção da Educação Social. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2002 com A Deriva dos Fragmentos - Sobre o Amor.

tonan quito

Nasceu em 1976. Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Experiência Profissional: Romeu e Julieta, Despertar da Primavera, Dia de Marte, Disistrata - pelo 4º Período - do Prazer (encenações de António Fonseca), O Triunfo do Inverno (Gil Vicente), Um Auto de Gil Vicente (Almeida Garrett), Os Setes Infantes (Crónica Geral de Espanha), As Bodas de Figaro ( Beaumarchair), O Novo Menoza ou a História do Princípe Tandi, pelo Teatro da Cornucópia (enc. Luis Miguel Cintra); D. João e Fausto (enc. Cristine Lauren), pelo Teatro da Cornucópia;  Peter Pan de António Pires; Ruído de Joaquim Horta (co-produzido pelos Artistas Unidos); Diotima pelo Teatro Praga (enc. Paula Diogo); Dedicatória pela Sunsurround (enc. Lúcia Sigalho); Purificados pelo Ao Cabo Teatro (enc. Nuno Cardoso) e Migalhas de um Deus Intratável- sobre o Poder pelo Teatro da Garagem (enc. Carlos J. Pessoa).

joão d’ almeida

Nasceu em Lisboa, em 1970. Iniciou a sua actividade na área de iluminação em 1984, no Teatro Nacional de D. Maria II, cujos quadros técnicos integra desde 1989. Como desenhador de luz participou em diversos projectos dos quais destaca Carlos Mendes (enc. Lauro António), Falar Verdade a Mentir (enc. Ruy de Matos), Peep Show (enc. Luís Assis), A Sobrinha do Marquês (enc. Fernanda Alves) e Conversas Secretas (enc. Manuel Coelho). Como desenhador de luz colabora de uma forma assídua com o Grupo de Teatro (amador) Intervalo. Participou ainda como Desenhador de Luz em diversos festivais, sendo os mais recentes: PO.N.T.I. 97, Expo 98, Navegar é Preciso Portugal / África/Brasil, (Cena Lusófona/1998); 5 Porto Alegre em Cena, (1998); Citemor 99. Pertenceu aos quadros técnicos do teatro Camões, durante o evento EXPO-98. Participou como observador técnico no Festival de Otoño de 1998 (Madrid). Foi Director Técnico do Festival de Teatro Citemor 2000. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1996.

paula cardoso

Nasceu em Lisboa, em 1964. Licenciada em Design de Comunicação pela ESBAL. Desempenha as funções de Designer gráfica da Direcção de Marketing e Comunicação do Centro Cultural de Belém desde 1993. Co-fundadora do Teatro da Garagem participou em todos os seus espectáculos como actriz até 1994 e como designer, desde então.

daniel cervantes

Nasceu em Lisboa, em 1976. Trabalha como compositor, vocalista e guitarrista na banda Zorg (preparação do  2º CD de originais “In your Face”). Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1997.

francisco leal

Nasceu em Lisboa, em 1965. É o responsável pelo Departamento de Som do Teatro Nacional S. João, no Porto. Efectuou estudos musicais na Academia de Amadores de Música e na escola de jazz do Hot Clube de Portugal, em Lisboa. Iniciou a sua actividade profissional em 1988, como Sonoplasta e Operador de Som em teatro. Em 1989 ingressou no Angel Studio onde aprendeu técnicas de captação e gravação de som. Desde então a sua actividade tem-se dividido entre espectáculos de teatro, dança, música e a gravação e edição de som, tendo trabalhado nas principais salas de espectáculos de Lisboa, Porto, Coimbra, Évora e Viseu. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 2000.

josé dias

Nasceu em Lisboa em 1955. Tem o curso Industrial de Electricidade. Aos 18 anos começa a trabalhar no teatro como técnico. Pertenceu aos quadros do Teatro Nacional D. Maria II de 1982 a 2000. Trabalhou com diversos grupos (Dança Jazz, Teatro do Mundo, etc.); participou em vários festivais de teatro (Citemor, Festival de Almada, entre outros) e trabalhou com José Mário Branco no espectáculo Ser solidário. Actualmente é técnico na Escola Secundária de Carcavelos. Iniciou o seu trabalho com o Teatro da Garagem em 1996.

patrícia costa

Nasceu em 1976. Licenciada em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa. Estágio Curricular em Direcção de Cena no Centro Cultural de Belém de Fevereiro a Maio 2000. De Outubro 2000 a Maio 2002 fez parte da Equipa de Direcção de Cena do Centro Cultural de Belém. Iniciou o seu trabalho no Teatro da Garagem em Junho de 2002 onde desempenha as funções de Produtora Executiva e Directora de Cena.

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