GENEVIÈVE... SI CHASTE, SI PURE Theater Taptoe (Bélgica) 27 a 29 Mai | 5ª a Sáb. 23h15 SALÃO NOBRE |
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Teatro dentro do teatro. A antiga família aristocrática de Gand, Cocquyt de Boezinghe, convidou os seus amigos e familiares a visitarem o seu salão para a representação da obra clássica “Geneviève de Brabant”, num magnífico teatro de papel. O mordomo Adelin, que dá as boasvindas aos convidados, os espectadores, e os anuncia, com ou sem títulos de nobreza, fez quasetudo sozinho, um teatro ao estilo Belle Époque, com cenários e figuras, do mesmo calibre das mundialmente famosas Images Pellerin d’Epinal. O pai, Jean-Baptiste Cocquyt de Boezinghe, um verdadeiro páter-famílias, representa a peça, juntamente com a sua filha Marie-Pharilde, o seu filho Pierre-Alain e o mordomo Adelin. Jean-Baptiste e a filha Cocquyt de Boezinghe interpretam ao vivo a partitura para piano de Erik Satie, da sua ópera inacabada para marionetas, tornando esta peça cómica, visual e textualmente, numa verdadeira festividade teatral. Mas o Theater Taptoe não seria o Theater Taptoe se não tivesse pensado em algumas transformações e variantes… por meios engenhosos, juntaram mecanismos e movimentos às figuras do seu teatro de papel, transformando-o num verdadeiro prodígio.

autoria Freek Neirynck
encenação Massimo Schuster (Théâtre de L’Arc-en-Terre, Marselha)
música Erik Satie
cenografia e figurinos Luk de Bruyker
marionetas Dirk de Strooper
luz Alain Ongenaet
intérpretes Luk de Bruyker, Jan de Bruyne, Dirk de Strooper, Françoise Vanhecke (soprano)
fotografias Luk Monsaert
técnica teatro de papel
idioma francês
a classificar pela CCE
SCHOOLBOY PLAY Roman Paska - Dead Puppet (E.U.A) 28 e 29 de Maio | 6ª e Sáb. 21h30 SALA GARRETT |
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Duas das personalidades mais significativas do século XX, Ludwig Wittgenstein e Adolf Hitler, terão sido colegas de escola em Linz, na Áustria. O nova-iorquino Roman Paska, considerado um dos maiores marionetistas, inspirou-se nesta ideia para a produção do seu novo espectáculo, criado para Linz 2009, Capital Europeia da Cultura. Em “Schoolboy Play”, é evocado o imaginário de uma escola de rapazes, entre um colégio interno inglês e um liceu na Europa Central, na viragem do século XX. Apresenta um grupo de três estranhos rapazes-marionetas que, inspirados pelo fascínio comum por mundos exóticos encontrados na literatura, desde histórias populares, de aventuras, de detectives e até de Shakespeare, retratam estranhos e diversos momentos das suas vidas fantasiosas… mas enquanto duas das três personagens marionetas parecem figuras históricas, ícones, a peça centra-se, com bastante humor, nas dores de crescimento e nos pequenos dramas existenciais da misteriosa terceira personagem que, utilizando uma frase de Wittgenstein, “can hardly be said to exist”.

autoria e encenação Roman Paska
actores-manipuladores Roman Paska, Gabriel Hermand-Priquet
cenografia e figurinos Roman Paska, Donna Zakowska
desenho de luz Stephen Strawbridge
música Paul Prestipino
técnica mista
idioma inglês
a classificar pela CCE
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